Era uma vez um Grão-Duque
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Aleksandr Mikhailovich. Nós, os Romanov. Alma dos Livros, 2021. |
É a sua auto-biografia.
É a sua descrição da agonia e morte da Rússia Imperial.
É a sua descrição da participação da Rússia na Guerra Russo-Japonesa de 1904-1905.
É a sua descrição da participação da Rússia na Guerra Germano-Russo de 1914-1917.
É a sua descrição da Revolução de Fevereiro (de 23 de Fevereiro a 3 de Março de 1917, no calendário juliano, de 08 a 16 de Março de 1917, no calendário gregoriano), e na Revolução Branca (fase da Revolução Russa que ocorreu de Março a Novembro de 1917).
É a sua descrição das hostilidades entre 15 de Março de 1917, data da abdicação de Nicolau II da Rússia, e a sua saída da Rússia a bordo do contratorpedeiro britânico H.M.S. Forsythe, a 11 de Dezembro de 1918.
É a sua descrição da sua participação na Conferência de Paz de Paris (1919–1920), aberta a 18 de Janeiro de 1919.
É a sua descrição da entrega da Rússia a Lenine e a Trótski pelos Estados Unidos da América, França, Inglaterra e Itália.
É, finalmente, a sua referência à necessidade de uma revolução espiritual e à Religião do Amor.
Written 13 years after the execution of the Tsar and his family this is one of the best histories I've read of the end of Imperial Russia.
Traduzindo Escrita 13 anos após a execução do Czar e da sua família, esta é uma das melhores histórias que li sobre o fim da Rússia Imperial.
Citando Laurie, em Goodreads, a 29 de Janeiro de 2020:
This is the second time I’ve read the memoirs of GD Sandro, the first time through the collected works. Of all the GDs, Sandro remains the most accessible due to his writings. Whatever one thinks of the man, there is great value in these memoirs. I don’t quibble with the so-called and over-rated “truth”. This is clearly the “truth” as GD Sandro believed or wanted to believe which in itself is illuminating.
Traduzindo Esta é a segunda vez que leio as memórias do GD Sandro, a primeira vez nas Obras Coletadas. De todos os GDs, Sandro continua sendo o mais acessível devido aos seus escritos. O que quer que se pense do homem, há grande valor nestas memórias. Eu não questiono a assim chamada e tão superestimada “verdade”. Esta é claramente a “verdade” na qual o GD Sandro acreditava, ou queria acreditar, o que é, por si só, esclarecedor.
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Alexandre Mikhailovich (Sandro), (13 de Abril de 1866 – 26 de Fevereiro de 1933). |


